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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Sábado de Arte no Porto

No próximo sábado o Porto assiste à "reentré" no campo das artes plásticas. A cidade estará inundada de inaugurações e eventos afins. Destaco em primeiro lugar o leilão que a associação Espaço T promove na Avenida dos Aliados, pelas 15:00. São aproximadamente 100 propostas de outros/as tantos/as artistas que estiveram patentes ao publico naquele espaço durante os meses de Julho e Agosto. Após um processo de restauro nas peças que assim o exigiam, estas estão agora prontas para serem leiloadas. Não percam. É uma oportunidade única para adquirirem uma peça exclusiva e dessa forma ajudarem a instituição promotora. Entre os/as artistas que participaram no projecto contam-se Albuquerque Mendes, Acácio de Carvalho, Agostinho Santos, Sobral Centeno, Rui Anahory, Jorge Curval, Dario Alves, Henrique do Vale, Cristina Ataíde, Graça Martins, Graça Pereira Coutinho, DaCosta, ...
A seguir a este leilão podem (e devem) rumar em direcção a Miguel Bombarda para mais uma inauguração colectiva. A animação dura até cerca das 20:00 após as quais um jantar pela baixa seguida de um salto aos vários espaços que cada vez mais preenchem a oferta na baixa completa um dia cheio de emoções. Em jeito de antecipação, a Quase Galeria inagura já esta quinta-feira a exposição "Espaço de Trabalho" de Nuno Sousa Vieira. Visitem-na. Fica na Rua de Vilar, 54 e a inaguração é pelas 21:00.
Boa arte a todos/as.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

ShContemporary + Shanghai Art Fair

Para quem estiver a viajar pelo Oriente, Xangai é o local para estar nos próximos dias. Se Xangai por si só já é um destino interessante, entre os dias 12 e 13 de Setembro com a Feira de Arte Contemporânea da Ásia Pacífico torna-se destino obrigatório para quem gosta de arte. Na realidade a Feira inaugura no dia 9 mas pela informação que recolhi, os 3 primeiros dias são só por convite. Podemos dizer que esta feira, na terceira edição, procura atrair a atenção de coleccionadores a todo o custo e faz por lhes merecer o interesse. Apresenta este ano uma nova direcção artística e uma série de iniciativas que visam estabelecer e incentivar a relação entre coleccionadores e galeristas/artistas onde se destaca o Programa de Desenvolvimento de Coleccionadores. É claro que, ocorrendo na China, estou igualmente curioso sobre que tipo de peças e que artistas estarão representados. Vou tentar obter mais algumas informações acerca deste ponto.
Curiosamente, como não há fome que não dê fartura, o ditado popular também adequa-se à China e nos mesmos dias temos a Shanghai Art Fair para quem quer algo mais do que o Contemporâneo. Esta é apresentada como a feira com o maior historial no campo do mercado internacional, doméstico e asiático (?). Pois, o inglês presente no sítio web parece não ser o melhor e esta é a melhor tradução que consigo. A primeira edição data de 1997 e por lá já passaram mais de 1000 galerias oriundas de mais de 30 países. Como indicador interessante vi a referência à venda, na edição de 2000, de uma escultura de Rodin (O Pensador) por $1.000.000 (sim, 1 milhão de dólares), apresentada pela Sayegh Gallery (França), e adquirida pela Pudong Lianyang Land Development Company.

Para mais informações podem ver os seguintes sítios:
ShContemporary 2009
Shanghai Art Fair 2009

domingo, 23 de agosto de 2009

Rui Sousa Art Works

Mais uma visita ao Mercado Porto Belo e desta feita trouxe comigo 3 trabalhos em formato "card", aproximadamente 10x15, de Rui Sousa. Já tinha-lhes deitado o olho numa visita anterior e talvez não me fique por aqui. Gostei realmente do estilo e do humor que os mesmos apresentam. Aproveitei para dar uma vista de olhos pelo blog dele e recomendo a visita a todos que queiram algo de interessante para oferecer a amigos, família, etc... ou como eu, se querem encontrar algo diferente. Os preços também são convidativos e há-os para todos os gostos. Relativamente aos trabalhos, podem encontrar várias séries, com as respectivas variações e particularidades. Os que comprei pertencem, segundo o que percebi, à série "Human Adaptation Cards", O blog pode ser encontrado aqui. Divirtam-se na visita.

sábado, 22 de agosto de 2009

XV Bienal de Cerveira

De passagem por Vila Nova de Cerveira não pude deixar de visitar a XV Bienal de Cerveira, patente ao público até ao próximo dia 27 de Setembro. Já tinha planeado visitar o Museu da Bienal numa passagem por aquelas bandas em Julho passado, mas não sendo possível daquela vez, foi agora em plena Bienal, que é muito melhor.
Devo dizer que fiquei satisfeito com o que vi. Já tinha sido "contagiado" por comentários e afins sobre a qualidade relativa habitual nos trabalhos expostos em Cerveira e num possível jogo entre amigos em que hoje dou-te uma palmadinha nas costas para amanhã dares tu nas minhas. Não sei se assim é. Mas relativamente aos trabalhos expostos, pelo que vi, a selecção não me parece má e deixo os meus parabéns à organização. Outro aspecto que valorizo sempre, como já sabem, é o poder fotografar. E lá pude fotografar à vontade.
Logo no início aparecem dois excelentes trabalhos do americano Marc Sijan, que com o extremo realismo das obras apresentadas deixavam os visitantes na dúvida sobre se o modelo era mesmo de carne e osso. Deliciei-me com o cuidado de uma jovem em não se aproximar muito para não perturbar a "senhora do espanador". Interessou-me igualmente, tanto pela ideia como pela apresentação, a obra de Mk Kähne, da Lituânia, intitulada "Suitcase Landscape", duas caixas de luz em forma de mala. Pelo caminho fui registando com algum interesse as obras de Pedro Oliver, Sandra Palhares, Pedro Brito, Efrain Almeida, Regina Silveira, Victor Pulido, Alfredo García Revuelta, Poderiu e António Vargas, entre muitos outros. Num segundo pavilhão, comissariado por Fátima Lambert, fui surpreendido por uma série de instalações bastante interessantes. Gostei em especial da do brasileiro Marcelo Moscheta, "Circulo Polar Artico", das "O Pássaro e o Unicórnio" e "O Lobo, o Pássaro e a Lua" do igualmente brasileiro Albano Afonso e a "Scanner" do espanhol Daniel Canogar. Num outro local, no dos bombeiros de Cerveira, encontramos um outro espaço de exposição com alguns trabalhos que também merecem destaque. Gostei dos trabalhos de M. Fagundes Vasconcelos, de Manuela Pimentel, de Francisco Trabulo. De Sobral Centeno gosto sempre. Sorri com os de Lariviere Olivier. Observei com interesse os de Kristina Girke. E simplesmente adorei o trabalho de Tiago Mestre. Já não tive tempo para visitar o espaço no edifício da biblioteca. Fica para uma próxima oportunidade. Se me for possível ainda volto lá antes do encerramento. Alguém quer vir?


Marc Sijan - USA - "Maid" - 1988


Marc Sijan - USA - "Security Guard" - 1986


Pedro Nelson Soares - Portugal - "Golden Balls"
Victor Pulido - Espanha - "Lope"


Marcelo Moscheta - Brasil - "Circulo Polar Artico" - 2007
Albano Afonso - Brasil - "Auto-retratos Modernos Latino Americanos/Europeus" - 2005/06


Albano Afonso - Brasil - "O Lobo, o Pássaro e a Lua" - 2008


Albano Afonso - Brasil - "O Pássaro e o Unicórnio" - 2008/09


Francisco Trabulo - Portugal - "Tuzla"
Sobral Centeno - Portugal - "Outros Lugares"


Kristina Girke - Alemanha - "Pfefferminzprinz" - 2005
Kristina Girke - Alemanha - "Goldknabe" - 2005


Tiago Mestre - Portugal - "Pintura I"

Fotografia © Nuno Ferreira
É permitida a reprodução apenas para uso pessoal e educacional. O uso com fins comerciais é proibido.
Photography © Nuno Ferreira
Permission granted to reproduce for personal and educational use only. Commercial copying, hiring, lending is prohibited.

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Fotografia em Museus

Como prometido no último post, este será dedicado aos espaços museológicos que permitem fotografia e aos que impedem tal prática. Será um post em aberto que gostava de ver participado com informação sobre outros espaços que eu não conheça e com a indicação da posição que tais espaços tomam em relação a este assunto. Para um estudante de arte e qualquer outro interessado pelo tema, o facto de poder registar em imagem fotográfica, um pormenor interessante de uma peça que se encontra num museu é de grande importância. Para quem gosta de fotografia ainda mais. O facto de não poder fotografar, apenas porque não, é coisa que não compreendo. É algo que entra no campo do ridículo e do "porque não" que se diz às crianças. Este "porque não" é muitas vezes um "não" daqueles "não porque posso dizer que não". Se me disserem que não posso fotografar com flash, compreendo perfeitamente. Se for por razões de segurança, pelo menos expliquem isso. Agora não poder fotografar porque o edifício é um museu, e os museus são edifícios do estado e não se poder fotografar edifícios do estado é que acho ridículo. Eu nem sequer quero fotografar o edifício "do estado". Quero fotografar as obras de arte que estão lá. E o estado somos nós. Pelo menos é por isso que sou chamado a votar e a pagar impostos. Ao votar sempre posso me abster. Agora ao pagar impostos... pois sim. E se pago impostos, impostos usados na aquisição de obras, porque não as posso fotografar?
Aqui segue a lista, para já curta, dos espaços, incluindo o exemplo mais absurdo, o Centro Português de Fotografia. O NÃO significa que não se pode fotografar e o SIM significa que se pode fotografar sem flash. Acrescento a referência S/N para os casos em que permitem fotografar apenas em determinadas zonas e/ou exposições.

Portugal
Antigos Paços do Concelho de Viana do Castelo - SIM
Aquamuseu do Rio Minho (Cerveira) - SIM
Bienal de Cerveira - SIM
Casa de Mateus (Vila Real) - S/N
Casa dos Nichos (Viana do Castelo) - SIM
Centro Português de Fotografia (Porto) - NÃO
Convento Sanpayo (Cerveira) - SIM
Museu D. Diogo de Sousa (Braga) - SIM
Museu da Imagem (Braga) - SIM
Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto) - SIM
Museu de Arte e Arqueologia de Viana do Castelo - NÃO
Museu de Arte Nova (Aveiro) - SIM
Museu de Aveiro - SIM
Museu de Évora - SIM
Museu do Oriente (Lisboa) - SIM
Museu do Traje (Viana do Castelo) - NÃO
Museu Monográfico de Conimbriga - SIM
Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) - SIM
Museu Nacional Soares dos Reis (Porto) - SIM
Museu Nogueira da Silva (Braga) - SIM
Oceanário de Lisboa - SIM
Ruínas da Cidade Velha de Santa Luzia (Viana do Castelo) - SIM
Sitio Arqueológico de Conimbriga - SIM

Espanha
Caixa Forum (Madrid) - NÃO
Centro Galego de Arte Contemporánea (Santiago de Compostela) - SIM
Museo Arqueológico de Murcia (Múrcia) - NÃO
Museo / Centro de Arte Raiña Sofia (Madrid) - SIM
Museo Nacional del Prado (Madrid) - NÃO
Museo Thyssen-Bornemisza (Madrid) - NÃO

França
Biennale de Lyon (Lyon) - SIM
Centre Pompidou (Paris) - SIM
Musée d'Art et d'Industrie (St-Étienne) - S/N
Musée d'Art Moderne (St-Étienne) - NÃO
Musée d'Orsay (Paris) - SIM
Musée de la Mine (St-Étienne) - SIM
Musée du Louvre (Paris) - SIM

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Museo Nacional del Prado - Joaquín Sorolla

Acabado de chegar de Madrid, aqui estou eu para comentar a exposição temporária dedicada a Joaquín Sorolla no Museo Nacional del Prado. Estava muito curioso sobre os trabalhos de Sorolla e garanto que não fiquei desiludido. Começando pelo lado menos positivo (devo dizer muuuuuito negativo), não pude fotografar. Não se fotografa dentro do Prado. Nem sequer sem flash. Pessoalmente levo a peito isso e encaro tal norma como ofensa pessoal. A sério. Não compreendo as razões pelas quais não permitem fotografar. Sem flash, salvaguardando a integridade da obra, a fotografia só ajuda a democratizar o acesso à arte, a permitir o acesso a quem não se pode deslocar, seja por que motivo for, e a quem não pode pagar para ver aquela(s) peça(s) em questão. O único local visitado onde me foi permitido fotografar foi no Raiña Sofia. Ocorreu-me agora que o próximo post será sobre os locais que deixam e não deixam fotografar. Voltando a Sorrola e à exposição devo dizer que vale bem a pena reservar entre uma a duas horas para a visitar com relativa calma. A exposição divide-se por dois pisos. No piso térreo, a exposição avança com alguns primeiros trabalhos de reconhecimento nacional e internacional. De destacar as telas apresentadas nas Exposições Universais de Paris, em especial a vencedora de 1900 (Triste herencia) em que Sorolla reproduz uma sua memória de um grupo de crianças orfãs e doentes, ajudadas por um sacerdote, a tomar banho na praia. Ainda antes dessa, algumas telas de temática social impressionam. A mulher que vai presa por matar a filha recém-nascida (Otra Margarita), o pescador ferido na faina (Aún dicen que el pescado es caro) e as raparigas "traficadas" (Trata de blancas). Admirador de Velázquez, Sorolla sabe mimetizar-lhe o estilo sem deixar de inovar e provocar. Pela primeira vez exposto em Espanha, a obra "Sol de la tarde" é disso exemplo. Provocadora, energética, imponente. Ao olha-la quase se sente a brisa do mar, o som das ondas e dos animais a entrar na água, o sal na boca e o calor do sol. Aliás, como já tinha referido num post anterior, os temas relacionados com a praia são de uma mestria formidável, seja pelo domínio das luzes e sombras, como pelo toque helenístico nos retratados. Uma outra constante nos temas de Sorolla é a família. Digno de nota a obra onde Sorolla retrata os três filhos (um rapaz e duas raparigas) e onde sobressai as referências a Velázquez e concretamente ao "Las Meninas". No piso superior destacam-se os 14 painéis realizados por Sorolla (Vision de España) para a Hispanic Society of America, de Nova-Iorque, se bem que pessoalmente recomendo três quartos do tempo de visita no piso anterior.
Atrevo-me mesmo a recomendar a visita a todos, em especial se Madrid estiver no plano de férias. A entrada custa 10 euros e permite o acesso à colecção permanente (merece um post dedicado só a ela) e ao claustro. Quem já planeava a visita ao Prado, sem dúvida que compensa a diferença para visitar a exposição temporária. Quem for radical pode ir e regressar no mesmo dia.

Exemplo
Porto/Madrid - 06:35h - 5€ (já sabem como: ryana**)
Visita ao Prado - 11:00/16:00 - 10€
Almoço - 10€
Madrid/Porto - 20:50 - 5€
Custo aproximado: 40€/50€ (já com "bibelot" de "souvenir", garrafas de água e tickets de metro, :))
Pelas 21:00/22:00 já estão de regresso a tempo de jantar em casa.

sábado, 18 de julho de 2009

Dialogues Boxes on Street Windows

De passagem por Faro, deambulando pelas ruas perto do centro histórico na esperança de ir lá ter, deparei-me com esta coisa fantástica que têm na imagem. Uma carrinha peluche, ou quem sabe um peluche carrinha. A obra chama-se "Ford Teddy" e é da autoria de Tiago Custódio. Nas imediações mais algumas obras podiam ser encontradas, como as que junto em baixo. Uma instalação de Joana Bárbara intitulada "Suspensão", outra de Tatiana Barreiros intitulada "Trap" e numa outra zona relativamente perto descobri que as "Brincadeiras de mão são beijos de burro" segundo Ana Vidigal. Só consegui ver estes quatro trabalhos mas segundo o que descobri no site da Câmara Municipal de Faro, o projecto inaugurado a 20 de Junho conta com muitos mais. O projecto em si pretende responder (ou pelo menos cogitar sobre) a duas questões. O que é a Arte Pública e qual é a necessidade da Arte intervir em espaços já saturados com informação visual. A ideia é pertinente e no entanto encontro alguma impertinência nela. Há uns dias atrás, na véspera da inauguração da exposição de Arte Pública "Homem T", uma jovem, dita artista, ao passar na baixa do Porto com uma amiga e ao deparar-se com um exercito de estátuas tapadas por panos brancos, resolveu destapar um, tentar levar consigo a estátua, e ao não o conseguir, intentar seguir rua fora com o pano na cabeça. Ao ser abordada por alguns elementos da organização, deu início a uma série de baboseiras que não relato aqui pois eu também sou novo (a deixar de o ser rapidamente, infelizmente) e compreendo o que é sair de um bar pelas sete da manhã e que o consciente perde por vezes para o inconsciente e que o racional passa rapidamente a irracional. Contudo dizia ela ser artista, repito. E que aquilo não era Arte Pública, porque Arte Pública é para ser tocada e fazer-se o que se quiser e que se ela quisesse levar o pano ou fazer outra coisa à estátua era para isso que a mesma ali estava. De outra forma não era Arte Pública e o que queríamos era um "happening" à hora marcada de inauguração. Pena confundir-se Arte Pública com "algo que está na rua para ser destruído e vandalizado". Pelo que percebi, se a Arte é Pública, então posso fazer o que quiser, incluído roubar, destruir, vandalizar. Não sei o que ensinam em Belas Artes, nem o que alguns jovens artistas andam a aprender. Já é triste ver muitas das obras vandalizadas por delinquentes e povinho alcoolizado. Agora pseudo-artistas a acharem que têm esse direito é demais. Gostava de um dia a apanhar numa performance pública para lhe pregar uns bons sopapos a ver se ela gostava. Provavelmente diria que eu era contra as artes e que a estava a impedir de exercer o seu direito de expressão. Felizmente parece que a sul do país existem menos vândalos. As quatro obras que vi encontravam-se em bom estado, exceptuando duas pequenas legendas junto à obra e coisas de pormenor que um mês na rua, ao sabor dos elementos naturais, não pode ser evitado. O nosso Homem T já conta com mais estragos e tem apoio permanente. Será que o facto de em Faro nesta altura do ano andarem mais estrangeiros nas ruas do que portugueses tem alguma influência? Talvez, talvez...
Seja como for, se passarem em Faro fiquem atentos. Podem encontrar algo de surpreendente ao virar da esquina.

sábado, 27 de junho de 2009

Homem T

Será na próxima sexta-feira, dia 3 de Julho, pelas 18:00 na Avenida dos Aliados, que a cidade do Porto terá a oportunidade de assistir à inauguração do mais recente projecto de arte pública do Espaço T. São 100 modelos em fibra de vidro, pintados por outros tantos artistas (e mais alguns) que assim criaram a sua versão do Homem T, um Homem ideal, utópico. Durante o mês de Junho, estes modelos foram (e ainda estão a ser) intervencionados, num laboratório artístico e qual exército libertador, estão prestes a sair e a partilhar com todos a sua energia. Mais do que um manifesto, este projecto assume-se como um projecto de felicidade. Essa, a felicidade, está onde quisermos que esteja. E espero encontrar um pedacinho dela lá... no meio de uma multidão de Homems T. Apareçam... vamos partilhar a felicidade juntos.



Fotografia © Nuno Ferreira
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Photography © Nuno Ferreira
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quinta-feira, 16 de abril de 2009

Miguel Bombarda - Inaugurações Simultâneas Abril 2009

Mais uma das inaugurações simultâneas das galerias em Miguel Bombarda. Este sábado pelas 16:00 nas galerias aderentes. Vale sempre a pena se bem que nem tudo o que é exposto valha. É como tudo na vida. Mas recomenda-se pelo ambiente, pela gente, pelo fenómeno. E por muita boa arte que por lá se encontra. E é uma oportunidade para descobrir novos artistas, novas tendências, esta ou aquela coisa que se vê e que se quer. E se não puder ir lá no sábado, pode sempre passar lá durante a semana até à próxima inauguração.