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domingo, 16 de maio de 2010

Dia Internacional dos Museus

Com um dia de atraso face ao início das comemorações, não queria deixar contudo, de assinalar o Dia Internacional dos Museus, que em boa verdade só se comemora no dia 18 de Maio. Aproveitando a proximidade com o fim de semana, as actividades iniciaram-se ontem, dia 15, e um pouco por todo o lado é possível encontrar algo interessante para fazer ou para assistir. Deixo-vos com alguns programas... é só consultar, ir e desfrutar.

Programação MNSR

Programação CMP

Programação Fundação de Serralves

Programação CPF

Programa UP

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Saint-Étienne - Musée de la Mine

Curiosamente estive quase a não visitar este museu. Entre deslocações, de um lado para o outro, e algum cansaço estive quase a passar esta visita. Contudo estava eu sentado na sala de conferências do Museu de Arte Moderna a ver o filme "Crossover" de Pierre Coulibeuf e constato que afinal ainda conseguiria ver o filme todo, dar um salto à loja do museu, sair e chegar a tempo da última visita guiada no Museu da Mina de Saint-Étienne. Assim fiz. Ao chegar sou informado que não há visita guiada (enfim) mas que poderia fazer a visita audio-visual. É-me indicado um local para aguardar pelo funcionário e no espaço de alguns minutos sou guiado até um elevador (já de capacete na cabeça) e sinto-me descer durante largos momentos até à mina. À nossa espera, dois funcionários que me indicam o caminho até a um pequeno comboio de mina e me informam que devo acompanhar o vídeo explicativo que iria surgir em pequenos monitores ao longo do percurso. Com alguma curiosidade e gozo pelo ar "low-tech" da coisa, parti sózinho no comboio acompanhado apenas pelo funcionário que fazia avançar o comboio. Um pouco mais à frente explica-me que deveria avançar só, acompanhando os monitores, aqui um, outro um pouco mais à frente, depois um auditório, mais alguns monitores, e que poderia avançar mais rápido se o desejasse, ou então acompanhar o ritmo da apresentação que demoraria cerca de 40 minutos, num esquema circular. Aceitei as indicações e fui acompanhando o percurso com alguma preocupação misturada com o prazer de estar ali no fundo, sozinho, de capacete na cabeça e a ter que me baixar e desviar nalgumas zonas mais baixas e estreitas. Vou avançando, aproveitando para fotografar os espaços e imaginar todos os homens, alguns ainda rapazes, que trabalharam duramente naquele local. A experiência é muito boa. Desde a visita aos subterrâneos do Porto que não me metia numa aventura assim. Chegado ao fim da visita, o mesmo funcionário esperava-me para me transportar à superfície. Entro novamente no elevador, agora em sentido contrário, e passado um bocado emergimos à superfície. Pergunto a quantos metros de profundidade estivemos. Resposta cordial a informar-me que estivemos numa espécie de simulador apenas a uns 5/7 metros de profundidade. Embora todo o material lá colocado fosse real e tivesse sido de facto utilizado, a mina verdadeira estava a largas dezenas de metros abaixo do local que visitara antes. Fabuloso. Senti-me um patinho por ter caído naquela, mas não consegui deixar de apreciar o facto da coisa estar muito bem feita. Gostei do espaço e da simpatia dos funcionários. Talvez a melhor experiência em Saint-Étienne. Fiquem com as fotos.











Fotografia © Nuno Ferreira
É permitida a reprodução apenas para uso pessoal e educacional. O uso com fins comerciais é proibido.
Photography © Nuno Ferreira
Permission granted to reproduce for personal and educational use only. Commercial copying, hiring, lending is prohibited.

Saint-Étienne - Musée d'Art Moderne

Depois de sair do Museu de Arte e Industria sigo em direcção deste Museu de Arte Moderna. Esperava então sentir o contraste entre épocas. Ao chegar ao local, bastante afastado do centro de Saint-Étienne, deparo-me com um edifício curioso que tenta justificar a sua essência modernista. No interior, ao nível do piso térreo duas exposições temporárias estão patentes ao publico. A primeira, de significativa dimensão, intitula-se "L'attraction de l'espace", e é dedicada ao espaço além planeta Terra, sendo recheada de material cedido pela NASA, e completada por peças artísticas sobre o tema, registos fotográficos e de imprensa que acompanham aproximadamente 100 anos de olhares colocados nas estrelas e algumas peças de design futuristas. Pude depois verificar que esta exposição aparece referenciada pela 10ª Bienal de Lyon como exposição paralela a visitar. A segunda exposição temporária, com apenas quatro peças apresentadas, é dedicada aos trabalhos de Pierre Coulibeuf. e divide-se pelo hall de entrada e pela sala de conferências e acesso à mesma. Curioso o encontrar referências ao Museu Colecção Berardo segundo o que percebi devido à instalação "Dédale".
Para além destas duas exposições ainda é possível percorrer algumas salas com peças da colecção do museu, algumas das quais bastante interessantes.
No piso superior encontra-se a biblioteca do museu.
Devo dizer que não fiquei especialmente sensibilizado por este espaço, mas ainda assim apercebi-me de algum dinamismo, com várias visitas de estudo a decorrer, entre grupos de crianças do ensino básico e de adultos curiosos. Relativamente a esse aspecto pareceu-me existir algum interesse da comunidade em relação ao museu.
Neste caso não apresento imagens pois não foi permitido fotografar. Continuo a dizer que esta "norma" é um erro que não beneficia em nada estes espaços.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Saint-Étienne - Musée d'Art et d'Industrie

O primeiro museu visitado em Saint-Étienne foi o da Arte e Industria - Musée d'Art et d'Industrie. Sendo a cidade conhecida pela sua industria das armas, bicicletas e fitas (sim, fitas, daquelas bonitas para lindos laçarotes e remates) que poderia ter este museu? Armas, bicicletas e fitas, pois claro. E no entanto, para os mais distraídos, aviso já que a visita não é perda de tempo. O espaço é interessante e está bem aproveitado, tendo sido inicialmente uma fábrica de... armas. Os quatro pisos foram divididos irmãmente pelas várias temáticas (armas, bicicletas, fitas e um piso para exposições temporárias). No piso de entrada (piso 1), encontramos o espaço dedicado às fitas. Lá encontramos alguns exemplos da maquinaria necessária ao seu fabrico, história do processo, exemplares, acompanhada regularmente por monitores interactivos que ao toque iniciam uma apresentação com informação complementar. Subindo um andar (piso 2) encontramos o espaço para as exposições temporárias, que aquando da minha visita continha apenas algumas peças da colecção do museu. Subindo mais um piso (piso 3), estamos em pleno espaço expositivo dedicado às armas. Aqui podemos encontrar armas de todos os tipos, das espadas e lanças às pistolas e espingardas, passando pelos canhões, mosquetes e pelas armaduras. também podemos ver algumas peças de arte contemporânea ligadas à temática. Vale a pena perder algum tempo a observar os excelentes trabalhos de gravura e incrustações que grande parte das armas apresentam. Recomendo apanhar o elevador e descer até ao rés-do-chão (piso 0) onde está o espaço dedicado às bicicletas. Aqui ainda sorri algumas vezes, tanto pelo voluntário que vigiava o espaço, sentado na sua cadeirinha a ler um livro e a pigarrear constantemente, como pela colecção de bicicletas apresentada que contêm exemplares fabulosos que só com muito esforço consigo imaginar alguém a dominar e passear pelas ruas com aquilo. Deixo-vos algumas imagens, já que me foi, gentilmente, permitido fotografar (reparei posteriormente que na brochura diz que só é permitido fotografar com um pedido prévio por escrito).









Fotografia © Nuno Ferreira
É permitida a reprodução apenas para uso pessoal e educacional. O uso com fins comerciais é proibido.
Photography © Nuno Ferreira
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terça-feira, 4 de agosto de 2009

Fotografia em Museus

Como prometido no último post, este será dedicado aos espaços museológicos que permitem fotografia e aos que impedem tal prática. Será um post em aberto que gostava de ver participado com informação sobre outros espaços que eu não conheça e com a indicação da posição que tais espaços tomam em relação a este assunto. Para um estudante de arte e qualquer outro interessado pelo tema, o facto de poder registar em imagem fotográfica, um pormenor interessante de uma peça que se encontra num museu é de grande importância. Para quem gosta de fotografia ainda mais. O facto de não poder fotografar, apenas porque não, é coisa que não compreendo. É algo que entra no campo do ridículo e do "porque não" que se diz às crianças. Este "porque não" é muitas vezes um "não" daqueles "não porque posso dizer que não". Se me disserem que não posso fotografar com flash, compreendo perfeitamente. Se for por razões de segurança, pelo menos expliquem isso. Agora não poder fotografar porque o edifício é um museu, e os museus são edifícios do estado e não se poder fotografar edifícios do estado é que acho ridículo. Eu nem sequer quero fotografar o edifício "do estado". Quero fotografar as obras de arte que estão lá. E o estado somos nós. Pelo menos é por isso que sou chamado a votar e a pagar impostos. Ao votar sempre posso me abster. Agora ao pagar impostos... pois sim. E se pago impostos, impostos usados na aquisição de obras, porque não as posso fotografar?
Aqui segue a lista, para já curta, dos espaços, incluindo o exemplo mais absurdo, o Centro Português de Fotografia. O NÃO significa que não se pode fotografar e o SIM significa que se pode fotografar sem flash. Acrescento a referência S/N para os casos em que permitem fotografar apenas em determinadas zonas e/ou exposições.

Portugal
Antigos Paços do Concelho de Viana do Castelo - SIM
Aquamuseu do Rio Minho (Cerveira) - SIM
Bienal de Cerveira - SIM
Casa de Mateus (Vila Real) - S/N
Casa dos Nichos (Viana do Castelo) - SIM
Centro Português de Fotografia (Porto) - NÃO
Convento Sanpayo (Cerveira) - SIM
Museu D. Diogo de Sousa (Braga) - SIM
Museu da Imagem (Braga) - SIM
Museu de Arte Contemporânea de Serralves (Porto) - SIM
Museu de Arte e Arqueologia de Viana do Castelo - NÃO
Museu de Arte Nova (Aveiro) - SIM
Museu de Aveiro - SIM
Museu de Évora - SIM
Museu do Oriente (Lisboa) - SIM
Museu do Traje (Viana do Castelo) - NÃO
Museu Monográfico de Conimbriga - SIM
Museu Nacional de Arte Antiga (Lisboa) - SIM
Museu Nacional Soares dos Reis (Porto) - SIM
Museu Nogueira da Silva (Braga) - SIM
Oceanário de Lisboa - SIM
Ruínas da Cidade Velha de Santa Luzia (Viana do Castelo) - SIM
Sitio Arqueológico de Conimbriga - SIM

Espanha
Caixa Forum (Madrid) - NÃO
Centro Galego de Arte Contemporánea (Santiago de Compostela) - SIM
Museo Arqueológico de Murcia (Múrcia) - NÃO
Museo / Centro de Arte Raiña Sofia (Madrid) - SIM
Museo Nacional del Prado (Madrid) - NÃO
Museo Thyssen-Bornemisza (Madrid) - NÃO

França
Biennale de Lyon (Lyon) - SIM
Centre Pompidou (Paris) - SIM
Musée d'Art et d'Industrie (St-Étienne) - S/N
Musée d'Art Moderne (St-Étienne) - NÃO
Musée d'Orsay (Paris) - SIM
Musée de la Mine (St-Étienne) - SIM
Musée du Louvre (Paris) - SIM

domingo, 28 de junho de 2009

Henrique Pousão

No limite do último dia, lá consegui ir ao MNSR para ver a exposição do Henrique Pousão. Não se tratando de uma grande exposição (entenda-se em tamanho), os trabalhos expostos apresentavam uma coerência a todos os níveis, formando um agradável conjunto. Para além de Pousão, podíamos encontrar trabalhos de Artur Loureiro, Soares dos Reis, José Escada, Acácio Lino de Magalhães, Simões de Almeida, António Areal, entre outros, bem como algumas fotografias de Henrique Pousão tiradas enquanto criança, adolescente e jovem adulto e umas quantas mais de modelos ciociaros. Henrique Pousão, natural de Vila Viçosa, forma-se na Academia Portuense de Belas Artes. Segue para Paris e Roma, onde desenvolve o seu estilo e produz alguns dos seus melhores trabalhos. Pousão, que morre jovem, com 25 anos, vítima de tuberculose, na minha opinião, atinge a grandeza com os seus modelos humanos, em especial com este jovem modelo napolitano retratado na duas imagens publicadas sobre Pousão neste blog, "Esperando o Sucesso" e "Cabeça de Rapaz Napolitano". Se fiquei sensibilizado pela beleza de obras como o "Artista na infância" de Soares dos Reis (a cujo trabalho escultórico não consigo ser indiferente), e a já referida "Cabeça de Rapaz Napolitano" do próprio Pousão, foi na obra central que me perdi por longos momentos. Num jogo de olhares entre obra e admirador, o espaço bidimensional abre-se e permite a penetração no seu interior pelos nossos sentidos. O olhar atrevido do modelo, o desenhito que salta para primeiro plano, a obra em estudo atrás, a dinâmica entre luz e sombras no estúdio, o volume das formas, o aveludado das roupas, o bronzeado da pele, o silêncio do momento prestes a quebrar-se num riso solto, tudo me faz sentir a obra por inteiro. Pousão torna-se grande nesta obra. Em outras como a "Cansada", a "Napolitana" ou a "Cecília", do mesmo ano, 1882, sente-se o mesmo dom, a mesma mestria no retrato quase fotográfico se assim quisermos, mas sempre romântico, belo, intocável, imperturbável, mas é nesta que tudo se combina de forma perfeita. Que mais teria produzido Pousão se a sorte assim o tivesse permitido? Só me resta imaginar...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Henrique Pousão

Entre exames e trabalhos para entregar, faço a promessa a mim mesmo de ir ver a exposição patente ao público no Museu Nacional Soares dos Reis sobre o trabalho de Henrique Pousão, "Esperando o Sucesso”: impasse académico e modernismo de Henrique Pousão". Só lá está até ao fim do mês e é uma pena deixar passar. Para além das peças do próprio museu, estão lá reunidas umas tantas outras oriundas de várias colecções e acervos, tornando-se assim numa óptima oportunidade para as ver. Junto o texto de divulgação para consulta.

MNSR:
Exposição “Esperando o Sucesso”: impasse académico e modernismo de Henrique Pousão, no Museu Nacional Soares dos Reis do Porto, de 26 de Março a 28 de Junho de 2009.
No âmbito dos 150 anos do nascimento de Henrique Pousão, o Museu Nacional de Soares dos Reis do Porto realiza uma exposição centrada numa obra singular do célebre pintor.
Esperando o Sucesso é uma pintura singular de Pousão, realizada em Roma em 1882, na qual se representa o tradicional tema do descanso do modelo no atelier do artista. Esta obra obteve impacto imediato na época, tendo sido publicada, antes da sua exibição pública em 1883, na revista A Arte Portuguesa.
Esperando o Sucesso: impasse académico e modernismo de Henrique Pousão reúne pinturas, esculturas e desenhos de diferentes autores nacionais e internacionais, entre os quais: Soares dos Reis, Columbano, Aurélia de Sousa, António Areal, José Escada, Francesco Caroto, Antonio Mancini e Vaillant Wallerand. A exposição oferece uma rara oportunidade para explorar o quadro Esperando o Sucesso, uma das pinturas mais famosas de Pousão, ao longo de um percurso que relaciona mais de 60 obras e inúmeros documentos.
Henrique Pousão, nascido em 1859 em Vila Viçosa, foi um dos mais promissores e originais pintores da sua geração. Apesar de ter morrido muito jovem, aos 25 anos de idade, a sua obra constitui um marco de enorme relevância para a cultura e a arte portuguesas.
O Museu Nacional de Soares dos Reis tem o privilégio de possuir a maior colecção de pinturas de Henrique Pousão, dispondo ainda de um conjunto significativo de obras de pintores portugueses, seus contemporâneos, entre os quais Silva Porto, Marques de Oliveira e Artur Loureiro.
Nesta exposição, para além das obras pertencentes ao Museu Soares dos Reis, serão incluídos desenhos do Museu da Faculdade de Belas-Artes do Porto, muitas peças de diversos Museus Nacionais e colecções particulares, bem como imagens e pinturas pertencentes ao Museu de Belas-Artes de Lille, à Colecção Frugone de Génova e ao Museu da Fotografia de Roma.
Do conjunto das obras, destacam-se as esculturas de Soares dos Reis, O Artista na Infância e o Abandonado, assim como o Álbum da Vida de Pousão, pertencentes a Colecções privadas portuguesas.

domingo, 14 de junho de 2009

Joaquín Sorolla y Bastida

Tem sido complicado vir ao blog, mas sabem como é... época de exames e o trabalho também não perdoa, para não falar no pequeno acidente doméstico que me deixou um bocado zonzo (nem perguntem). Contudo, nem tudo são más notícias. No próximo mês, se não acontecer mais nada, sigo uns dias para Madrid. Espero estar em condições físicas perfeitas, pois conto visitar uma dose razoável de museus e exposições. Não há nada a fazer. Uns gostam de praia e de calor, eu gosto de museus e do ar-condicionado. E que tem Joaquín Sorolla y Bastida a haver com isto? Acontece que o Museo Nacional del Prado tem patente até 6 de Setembro uma exposição retrospectiva do trabalho deste mestre espanhol, nascido em 1863, em Valência. Antes de saber que Sorolla ficou conhecido como o "pintor da luz" já tinha ficado com a sensação que os seus trabalhos traduziam cenas, muitas de praia e beira mar, com uma mestria no uso das cores e dos brilhos, que me provocavam uma imensa sensação de empatia, como se transportado para aquele local, naquele exacto momento. Fica prometido um novo post em relação a este pintor após a visita à exposição.

sábado, 16 de maio de 2009

Noite & Dia dos Museus + Cadeia Aberta + Festa Na Baixa

Esta segunda quinzena do mês de Maio promete. Deixo aqui informação de três eventos a acontecer nos próximos dias, aliás, um deles a começar já hoje. Vou tentar acompanhar alguma da programação e a acontecer, colocarei aqui algum feedback se tal o justificar.
Começo por destacar o "Noite & Dia dos Museus" com uma programação interessante ao longo dos dias 16, 17 e 18. Procurem no PROGRAMA e certamente encontrarão algo que vos interesse.
Ainda dentro do espírito de celebração do Dia Internacional dos Museus, o Centro Português de Fotografia propõe no dia 18 um leque variado de actividades. De manhã, pelas 10:00, o Encontro Internacional "Territórios da Fotografia". De tarde, entre as 14:00 e as 17:00, temos disponível o Showroom de Equipamento Profissional Epson/Colorfoto, e entre as 15:00 e as 16:00 um ateliê de retoque e restauro de fotografia e leitura onírica de textos (what??... ok, talvez tenha piada). Pelas 16:00 há uma visita guiada por Nuno Miranda à exposição de vídeo e fotografia "Not from Concentrates". Para quem só pode ir à noite, o CPF propõe o espectáculo teatral "As Invasões Francesas, no Canto, na Dança e na Paródia".
Para terminar, há festa na baixa. Parece bem? Pois, o Centro Nacional de Cultura - Núcleo do Porto, apresenta o "FNB - Festa Na Baixa" entre os dias 20 e 23 de Maio. Consultem o PROGRAMA, bastante extenso por sinal. E divirtam-se!!