E é desta forma, ao ver o reconhecimento internacional que sinto que esta cidade tem futuro. Sim, reconhecimento internacional, porque com um país tão pequeno como o nosso, não existe espaço para reconhecimento interno que não seja o direccionado para a capital. O Porto, cada vez mais, afirma-se como uma cidade inovadora, aberta ao futuro. Mas essa afirmação parte de si mesma e não dos órgãos de soberania e quaisquer instituições publicas. Resta-me olhar com desprezo para os que abandonam a cidade a troco de soldos, e auspiciar que dentro em breve outro 31 de Janeiro aconteça. O Porto existe porque as suas gentes existem e porque sentem a cidade. Não são produto importando como em outras, que vivem a cidade de forma efémera e que por ela passam, se servem, mas não a sentem, não a amam. Podem viver um "flirt" de Verão, mas não a amam, não.
E tudo isto a propósito da Casa da Música. Mais uma vez os meus parabéns. Para quem não a conhece recomendo a visita. Inscreva-se numa visita guiada e descubra um espaço magnífico.
Fotografia © Nuno Ferreira
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